quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Final de ano: empresas apostam em eventos de confraternização.


O final do ano está chegando, e as empresas começam a planejar suas festividades de encerramento das atividades de 2011. Veja as dicas que Clarice Pereira, coordenadora da LINK Portal da Comunicação, dá para que sua empresa fortaleça a imagem junto ao seu público interno e externo.


O ano de 2011 está acabando! Junto com ele vêm as duas festividades mais esperadas: o Natal e o Réveillon. No meio empresarial, as empresas preparam eventos de confraternização internos, com o objetivo de homenagear e agradecer seus colaboradores, além de fortalecer a relação com os clientes e prospectar novos.


Para Clarice Pereira, jornalista especializada em Marketing e coordenadora da LINK Portal da Comunicação, os eventos de confraternização são práticas cada vez mais frequentes no meio empresarial. “A maioria das pessoas passam mais tempo no trabalho do que em qualquer outro lugar. Alguns colegas viram amigos, outros ainda não se conhecem muito bem, por isso é importante um momento de descontração e diversão.”, afirma.


Para a coordenadora da LINK, preparar eventos de confraternização significa fortalecer a imagem da empresa com o público interno e externo. “Internamente, são dirigidos aos funcionários da empresa. Podem ser realizados almoços, cafés da manhã, excursões com o objetivo de promover a integração dos colaboradores.”, afirma Clarice. Já externamente, o objetivo é fortalecer a relação com os clientes, os parceiros, os fornecedores e até prospectar novos consumidores. “Essas cerimônias abrangem vários tipos de encontro noturno, como jantares, confraternizações dançantes etc.”, completa.


As comemorações de final de ano trazem benefícios para os colaboradores, como o de ampliar a rede de relacionamentos e também para a empresa, que consolida a sua imagem institucional, no entanto, é preciso planejar as ações. “O ideal para atingir o sucesso de um evento corporativo é ter uma equipe preparada para produzir e obter os resultados esperados.” afirma Clarice.


Clarice Pereira faz questão de reforçar a importância do planejamento para a realização dos eventos de confraternização. “Esses tipos de encontros corporativos trabalham com a imagem institucional da empresa e demandam custos. Fazê-los sem prévio conhecimento e com um bom plano de comunicação poderá acarretar em prejuízos maiores e retornos frustrantes”.


A maioria das empresas contrata empresas terceirizadas para realizar o evento. Esses especialistas primeiro realizam um levantamento do perfil do público-alvo a ser atingido, depois elaboram um projeto estratégico para sua formatação. Após isso é feita a divulgação que inclui o envio de teasers, newsletters e e-mails marketing. “É preciso seduzir e convencer o convidado a participar da confraternização”, informa Clarice. Um exemplo de empresa para realizar o seu evento, é a LINK Portal da Comunicação. “Aqui nós trabalhamos desde a concepção, estruturação, logística de atividade até a divulgação e programação”, completa.

Fonte: InformationWeek

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Uma geração conectada, móvel e flexível - saiba mais sobre a geração Y.


Jovens ressaltam a importância do livre acesso às redes sociais, dos dispositivos móveis e trabalho remoto


A tão comentada geração Y é conhecida por escolher uma empresa para se trabalhar não apenas pelo salário que a companhia pode oferecer, mas pelas experiências e planos de carreira prometidos, dentre os demais requisitos. Até ai, nenhuma novidade. 


Essa definição, porém, vem se atualizado nos últimos tempos. O desejo dos jovens profissionais de usar mídias sociais, dispositivos móveis e Internet com mais liberdade no local de trabalho também se mostra forte o bastante para influenciar a escolha de futuro trabalho. 


Dados de uma pesquisa da Cisco, empresa de tecnologia em rede, revelam que um em cada três alunos universitários e jovens profissionais com menos de 30 anos (33%) priorizariam a liberdade das mídias sociais, a flexibilidade de dispositivos e a mobilidade de trabalho - ou trabalho remoto - em detrimento do salário, ao aceitar uma proposta de emprego. No Brasil, esse número é ainda maior, com 44% de adesão entre os pesquisados. 


Outro ponto interessante é que 40% dos universitários 45% dos jovens profissionais aceitariam um trabalho com remuneração mais baixa se tivessem flexibilidade em relação à escolha dos dispositivos, acesso a mídias sociais e mobilidade. E esse é o pensamento de 44% dos estudantes e 59% dos jovens profissionais brasileiros. 


Quando o assunto é o acesso às mídias sociais durante o expediente, a expressão "é proibido" parece não soar muito bem aos ouvidos desses talentos. Mais da metade dos universitários no mundo todo (56%) e 74% dos brasileiros afirmaram que se encontrassem uma empresa que não permitisse esse acesso, eles prefeririam não aceitar a proposta de emprego ou aceitariam e buscariam uma forma de contornar essa política corporativa. 


Para quem recruta e seleciona os candidatos, fica o alerta: Cerca de dois a cada três universitários (64%) no mundo planejam fazer perguntas sobre as políticas de uso de mídias sociais durante as entrevistas de emprego. No Brasil 90% afirmaram que fariam essa pergunta. Além disso, um em cada quatro no total global (24%) disse que esse será um fator fundamental em sua decisão de aceitar uma proposta. A média no Brasil é de 53% de adesão para essa mesma resposta.


Vale ressaltar também que 42% desses jovens acreditam que as empresas devem ser flexíveis e receptivas quanto à sua necessidade de permanecerem conectados por meio de mídias sociais e sites pessoais.


A importância dos dispositivos móveis


Quando questionados sobre o valor de seus celulares e outros aparelhos móveis, bem como as informações que eles arquivam, metade de todos os entrevistados afirmou que preferiria perder a carteira ou a bolsa do que seu smartphone ou dispositivo.


Quanto ao uso desses aparelhos no trabalho, 71% dos universitários acreditam que a empresa deve permitir também que eles sejam utilizados para fins pessoais (especialmente no que diz respeito às mídias sociais), e esse índice no Brasil é de 86%. A flexibilidade é de uso e de escolha, pois 81% deles desejam escolher o dispositivo que querem comprar e usar para seu trabalho. 


Trabalho flexível e remoto


Atualmente, mais da metade dos profissionais (57%) no mundo e 84% dos brasileiros podem se conectar à sua rede corporativa remotamente a partir de alguns locais, mas somente 28% da totalidade de pesquisados e 44% dos brasileiros podem fazê-lo a qualquer momento, de qualquer lugar. No geral, 43% dos jovens consideram que a capacidade de se conectar à rede em qualquer lugar, a qualquer momento, é essencial em seu trabalho. 


A ideia do home-office também está presente no pensamento dessa turma. Sete em cada 10 universitários (70%) acreditam que é desnecessário estar no escritório regularmente, com exceção de uma reunião importante. No Brasil, 90% dos estudantes compartilham dessa opinião. Um em cada quatro de todos os pesquisados acha que sua produtividade aumentaria se tivesse permissão para trabalhar em casa ou remotamente. 


Sobre a relevância desses números, Sujai Hajela, vice-presidente e gerente geral da unidade Wireless Networking da Cisco, ressalta que a maneira como as empresas abordam essas demandas afetará inevitavelmente sua vantagem competitiva e o sucesso da área de RH. "Não se trata mais de simplesmente uma tendência tecnológica. Trata-se de uma tendência corporativa", disse. 


A Cisco ouviu 2 800 jovens (universitários e profissionais) em 14 países, incluindo o Brasil.


Fonte: VocêRH

sábado, 12 de novembro de 2011

O estaleiro catarinense Schaefer Yachts, fabricante de lanchas de luxo, decide instalar unidade na Bahia


Referência no Brasil e no exterior na construção de lanchas de alto padrão, o estaleiro catarinense Schaefer Yachts escolheu a Bahia para implantar a sua nova fábrica, segundo informou a Secretaria da Indústria, Comércio e Mineração (SICM). Com um investimento de R$ 36 milhões e previsão de geração de 250 empregos, a unidade será instalada no município de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador.
Com seis modelos em sua linha de produção, a Schaefer Yachts fabrica lanchas de até 60 pés e seus produtos estão presentes em todo o litoral brasileiro, além de diversos países da América do Norte, América do Sul, Europa, África e Oriente Médio.
Na unidade baiana serão fabricadas lanchas da linha Phantom, modelos 360, 300 e 260, uma série de luxo reconhecida pelo design e desempenho. “A vinda da Schaefer demonstra a confiança e a visão que a empresa tem do potencial baiano na área náutica e do seu emergente mercado”, disse o secretário da Indústria, Comércio e Mineração, James Correia.
O estaleiro Schaefer Yachts foi fundado em 1992, em Palhoça (SC), pelo arquiteto naval Márcio Schaefer e nesse período já produziu mais de 2 mil barcos. 

De acordo com Marcio, os produtos são totalmente concebidos pela empresa e construídos especialmente para a navegação nos trópicos. “Trata-se da única empresa brasileira do setor com esta característica”, revela.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

RH, jurídico e seguros são as áreas com mais mulheres na diretoria ou gerência


Os setores de Recursos Humanos, de seguros e jurídico são os que possuem maior participação feminina em cargos de liderança, segundo revela pesquisa realizada pela Michael Page – empresa especializada no recrutamento de profissionais de média e alta gerência.
De acordo com o levantamento, entre janeiro e outubro deste ano, 67% das contratações para cargos diretoria e gerência no setor de RH foram de mulheres. Nos setores jurídico e seguros, este percentual chegou a 59% e 50%, respectivamente.
Mudança

De modo geral, avalia a Michael Page, embora ainda sejam poucas as presidentes de empresas do sexo feminino (menos de 10%), já é possível notar uma mudança de perfil nas contratações, com a participação das
mulheres cada vez mais evidente.
A área de finanças, onde a maioria dos cargos de alta gerência e diretoria pertencia aos homens, pode ser citada como um exemplo desta alteração nas contratações. “Atualmente, 40% das vagas no setor são preenchidas com mulheres e, na maior parte das vezes, nas áreas de controladoria, gestão de impostos e planejamento financeiro”, ressalta o diretor de marketing da Michael Page para a América Latina, Sérgio Sabino.
Abaixo, é possível verificar a presença feminina em carogso de diretoria e gerência em dez setores de destaque do mercado de trabalho.
Presença feminina
Setor%
RH67%
Jurídico59%
Seguros50%
Finanças40%
Propriedade e Construção36%
Banking33%
Vendas e Marketing33%
Tecnologia30%
Engenharia27%
Logística21%
Fonte: InfoMoney

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Analistas reduzem projeção de crescimento da economia este ano para 3,20%


Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) voltaram a reduzir a projeção para o crescimento da economia este ano. A quinta queda consecutiva levou a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de bens e serviços produzidos no país, de 3,29% para 3,20%. Para 2012, a projeção de crescimento foi mantida em 3,5%.


A expectativa para o crescimento da produção industrial este ano caiu de 2% para 1,83%, este ano, e permanece em 4,08%, em 2012.


A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) segue em US$ 27 bilhões, este ano, e passou de US$ 18,80 bilhões para US$ 18,90 bilhões, em 2012.


Para o déficit em transações correntes (registro das transações de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) a estimativa passou de US$ 55,10 bilhões para US$ 55 bilhões, em 2011, e permanece em US$ 68,86 bilhões, no próximo ano.


A expectativa para o investimento estrangeiro direto (recursos que vão para o setor produtivo do país) segue em US$ 60 bilhões, este ano, e passou de US$ 52 bilhões para US$ 53 bilhões, em 2012.


A projeção para a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB caiu de 38,85% para 38,70%, este ano, e segue em 38%, em 2012.

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

João Rezende toma posse nesta segunda (7) como novo presidente da Anatel


O conselheiro João Rezende é empossado hoje (7) como novo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ele substitui Ronaldo Sardenberg, que estava no cargo desde julho de 2007. O mandato de Rezende na presidência da Anatel vai até novembro de 2013.
Na solenidade de aniversário de 14 anos da agência, na última sexta-feira (4), Sardenberg destacou as principais ações desenvolvidas durante seu mandato, como a recente aprovação de regulamentos de qualidade para a internet móvel e fixa, os novos critérios para o cálculo de ligações de telefone fixo para celular e a aprovação de regulamentos para o uso de faixas de radiofrequência.
João Rezende é membro do Conselho Diretor da Anatel desde 2009. Ele é formado em economia pela Universidade Estadual de Londrina e mestre em economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Bahia assinará acordo de cooperação com Equador e Co sta Rica após fórum internacional


Um acordo de cooperação técnica nas áreas de desenvolvimento territorial, tecnologias de convivência com o semiárido, pesca e manejo florestal entre o Governo do Estado e os países do Equador e Costa Rica. Esse é um dos resultados da realização, na Bahia, até sexta-feira (28/10), do VI Fórum Internacional de Desenvolvimento Territorial (click e saiba mais sobre o evento). 
O evento reúne mais de 400 participantes de todo o Brasil e representantes do Uruguai, Paraguai, Argentina, Equador, Costa Rica, Colômbia, Bolívia, Nicarágua e Espanha e é promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (Ilca), por meio do Fórum de Desenvolvimento Rural Sustentável (DRS) e de parceiros como a Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (Seplan) e dos Ministérios do Desenvolvimento Agrário e de Minas e Energia, o encontro tem como público-alvo membros de colegiados territoriais, atores sociais, gestores públicos e entidades de fomento do Brasil e dos demais países latino-americanos.
De acordo com o chefe de gabinete da Seplan, Benito Juncal, a Bahia é referência nacional em políticas de desenvolvimento territorial e o evento possibilita ampliar a visibilidade destas experiências. “O nosso objetivo é replicar a construção de um modelo de desenvolvimento sustentável e participativo, tendo os Colegiados Territoriais como espaço de articulação e integração entre as organizações da sociedade civil, os movimentos sociais e o poder público”. 
O representante do Ilca, Manuel Otero, destacou que a união dos países presentes no Fórum para reduzir a pobreza é um passo importante para conseguir romper esse ciclo vicioso. “É preciso políticas de inclusão sócioprodutiva. Se ao final do evento, elaborarmos algumas e compartilharmos em nossos países já teremos cumprido parte do nosso objetivo”.
Encontro – Na abertura do evento, na terça-feira à noite, no Grand Hotel Stella Maris, em Salvador, a socióloga e professora da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Tânia Bacelar, abordou o modo exitoso como o Brasil, nos últimos anos, associou as políticas sociais e econômicas.
A discussão foi ao encontro ao objetivo do Fórum, que é promover o intercâmbio e a difusão das experiências dos países da América Latina no enfrentamento da pobreza, em especial, a rural, e também como discutir as estratégias de inclusão sócio-produtiva.
Bacelar ressaltou que o conceito de inclusão sócio-produtiva é mais amplo do que a inserção via mercado de trabalho e os países devem atentar para isso. “Devemos considerar as iniciativas que inserem o cidadão por meio da renda, a exemplo das políticas sociais, via serviços básicos como o acesso a saneamento, educação, e energia elétrica. Pó fim por intermédio da iniciativa produtiva, com destaque para a agricultura familiar e a economia solidária”.
Entre os avanços, a professora destacou que o próprio debate sobre inclusão sócio-produtiva é um ganho. “O que movimenta a economia mundial é a financeirização, onde os ativos mundiais em aplicações financeiras alcançam US$ 860 trilhões, enquanto que na esfera produtiva, que são as indústrias, fazendas e estabelecimentos comerciais, o valor é de apenas US$ 60 trilhões. Isso significa “que é possível ganhar bilhões sem gerar nenhum emprego. Basta apostar em uma ação ou na valorização de uma determinada moeda”.
Modelo de Desenvolvimento - A socióloga delineou o passo a passo de como o Brasil combinou política social com política econômica. A dinamização do consumo partiu de políticas sociais de transferência de renda que conseguiram, simultaneamente, elevar a renda das famílias e gerar demanda popular por bens dos setores modernos, a exemplo de automóveis, televisores e máquinas de lavar.
Com a ampliação do crédito abriu-se um leque de oportunidades de negócios. A política econômica estimulou o investimento em máquinas e inovação, bem como a elevação da produtividade, competitividade e exportações.
Dois exemplos combinados da política social e econômica são o Bolsa Família e a aumento progressivo do salário mínimo. A socióloga enfatizou que apesar da maior parte dos beneficiários do Bolsa Família estar no Nordeste, muitos desconhecem que 25% deles se concentram no Sudeste, que concentra a maioria das periferias urbanas. “A mudança na renda não muda só a vida da pessoa. Ela desperta a inclusão da população na vida social e econômica do país”.
Entre as “ousadias” do governo, Tânia citou o aumento do salário mínimo, que melhorou a capacidade de compra das pessoas. “Apesar de termos juros altos, os brasileiros não se preocupam com isso, só com o tamanho das prestações”.
Nas décadas de 50 e 60, o Brasil era a China de hoje. Vinte anos depois, o país se tornou a oitava maior e mais diversificada base industrial do mundo. Ao apresentar esses dados, Tânia enfatizou que nessa época não restavam dúvidas do potencial econômico do país. Porém, no lado social, o Brasil era completamente diferente.
“Dois terços da população estavam excluídos, em posições comparáveis com os países pobres. Só perdia para Honduras e Serra Leoa”, disse Tânia. O Brasil deixou de ser vulnerável às mudanças mundiais. Em 2002, a inflação anual chegava a 12,5%. Em 2010, atingiu a marca de 5,6%. Nesse mesmo período, as exportações também saíram de 60 para 202 bilhões de dólares.